Aumenta o preconceito contra imigrantes em toda Europa
Uma iraniana gravida e três africanos foram atacados num ônibus na Áustria. Na Alemanha, berço do nazismo europeu, os ataques a imigrantes subiu 25 por cento nos últimos nove meses. Mais de 100 pessoas já foram mortas nos últimos anos na Alemanha. Fazendo uma análise simples, os problemas econômicos aumentam em vários países europeus, e os nativos culpam os imigrantes por sua miséria. E como já têm o preconceito dentro deles colocam para fora agredindo, matando imigrantes, seja eles negros, brancos, muçulmanos, ou de qualquer nacionalidade e raça. E não adianta nenhum bonitinho brasileiro que vive aqui na europa vir dizer que nunca foi vítima de algum tipo de preconceito porque isso não existe. O problema é que alguns são tão deslumbrados que não vêem o preconceito.
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Uma brasileira em situação ilegal nos Estados Unidos e acusada de ter roubado um CD em uma loja no Estado da Carolina do Norte não foi autorizada a amamentar o filho de 2 meses enquanto aguarda, presa, por sua deportação ao Brasil.
Danielle Ferreira, 29 anos, foi detida na última sexta-feira por agentes da Polícia de Charlotte enquanto saía do local acompanhada de seu irmão e de seus dois filhos. Ela e o irmão foram transferidos para a prisão do condado Mecklenburg, onde tiveram o status de imigração checado, e foi confirmado que ambos viviam ilegalmente no país.
De acordo com o pastor evangélico Ezequiel Oliveira, amigo da brasileira, no momento em que foi detida, Danielle não sabia que seu irmão havia escondido o disco no carrinho do bebê. “Pediram uma fiança de US$ 500, mas ela não pôde sair porque não tinha documentos de imigração. Trataram-na como uma criminosa perigosa, separaram-na de seus filhos”, disse Oliveira.
A polícia entrou em contato com Ezequiel Oliveira para que ele fosse buscar o bebê, Samuel, e seu irmão Daniel, de dois anos, antes que fossem entregues ao Departamento de Serviços Sociais da região. “Visitei-a no domingo para ver se conseguia tirar o leite e disseram-nos que faltava uma ordem. Também argumentaram que não havia lugar para depositar o leite”, acrescentou Oliveira.
Os agentes da prisão disseram que a mãe estava recebendo atendimento médico e que não é permitido amamentar bebês ou retirar leite na prisão sem autorização prévia.
De acordo com o pastor, Danielle havia planejado deixar o país no dia 6 de dezembro.
“É uma injustiça. As vidas de uma jovem e de um bebê estão em perigo”, declarou Maudia Meléndez, ativista da comunidade hispânica. Meléndez está fazendo trabalhando com as autoridades de imigração e prisão para que libertem a imigrante por “razões humanitárias”.
A diretora da Coalizão Latino-Americana, Angeles Ortega-Moore, disse ao jornal The Charlotte Observer que esta não é a primeira vez que fica sabendo de mães que tiveram pedidos para retirar leite na prisão negados.
Prefiro meu cantinho brasileiro. Aqui me sinto em casa.
beijos querida.
O Japão, povo racista, não tolera, mas não ataca imigrantes, principalmentes chineses, coreanos, enfim, quem não é japonês. Para se ter uma idéia, até filhos de japoneses (legítimos) , não nascidos lá, não são bem vistos. Acho que eles ainda não querem o tal emprego sujo.
:-:
Mas falando de coisa boa, hoje falei de vc la’ no P&P.
Bjs
bjs
É mais uma face, nao do racismo apenas (eu creio), mas do medo de perder as vantagens patrocinadas pelo governo, que estão escasseando.
beijos
Fico pensando no bebê sem a mãe, sem o leite. E como disse a Leslie, só brasileiro é bonzinho. Estamos sempre de braços abertos para os estrangeiros, mas a recíproca não é verdadeira. Nos tratam como seres inferiores - mas também, parte dessa culpa é nossa, por babar por tudo o que eles têm e menosprezar o que temos.
Beijos.
Bjos =)
dias lindos Ci
beijos
Cadinho RoCo