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	<title>Comments on: Votar em político bandido é ser bandido</title>
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	<description>Tudo que você precisa num blog: Concursos Públicos, Empregos no Brasil e Exterior, Blogs, Internet, Noruega, Plugins, Templates</description>
	<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 06:22:37 +0000</pubDate>
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		<title>By: Michelli</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-71767</link>
		<dc:creator>Michelli</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 04:30:59 +0000</pubDate>
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		<description>Cilene, mais uma campanha para prefeituras em nosso pais foi realizada e como pode-se ver em muitas cidades esses politicos com ficha suja conseguiram ganhar, e terão mais quatro anos pela frente para sujar mais um pouco a ficha e envergonhar o nosso pais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
Cilene, mais uma campanha para prefeituras em nosso pais foi realizada e como pode-se ver em muitas cidades esses politicos com ficha suja conseguiram ganhar, e terão mais quatro anos pela frente para sujar mais um pouco a ficha e envergonhar o nosso pais.<!-- google_ad_section_end --></p>
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		<title>By: Michelli</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-71766</link>
		<dc:creator>Michelli</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 04:26:38 +0000</pubDate>
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		<description>As you know everything is pure game of interest, I believe that this will never change, the worst that these politicians have to stick our heads in knowing that even with the t dirty factsheet is offering to smudge a little more.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
As you know everything is pure game of interest, I believe that this will never change, the worst that these politicians have to stick our heads in knowing that even with the t dirty factsheet is offering to smudge a little more.<!-- google_ad_section_end --></p>
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		<title>By: Julio César Cardoso</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-61471</link>
		<dc:creator>Julio César Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 00:52:08 +0000</pubDate>
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		<description>Amnésia eleitoral
A Constituição brasileira ao estabelecer a obrigatoriedade do voto cometeu conscientemente um grande paradoxo democrático, tramado pelos parlamentares constituintes para viabilizar as suas eleições. A essência dessa astúcia, guardadas as devidas proporções, está na latência do adágio popular que diz: "Quem parte ou reparte e não fica com a maior parte, ou é burro ou não entende da arte".
Pois bem, o parlamentar brasileiro conhece de sobra a arte da esperteza de fazer política em benefício próprio e não elaboraria, certamente, nenhuma norma que viesse dificultar os seus inconfessáveis interesses. Daí a razão pela qual o voto obrigatório é uma excrescente imoralidade constitucional, que interfere na espontaneidade de o eleitor votar.
Ora, o voto espontâneo - não obrigatório -, além de ser seletivo, parte de uma decisão consciente e responsável do eleitor que deseja votar. O que significa dizer um voto qualificado, que não é manipulado pela boca de urna ou por qualquer outra forma especiosa usada pelos candidatos oportunistas. E, com certeza, nesse contingente de eleitor espontâneo não haveria amnésia eleitoral.
Na última eleição para vereador, em Porto Alegre, e o mesmo deve ter ocorrido em outras cidades brasileiras, o Ibope registrou que 65% dos entrevistados não se lembravam em quem votaram há quatro anos. E isso se estende, sem dúvida, às eleições brasileiras em geral pelo descrédito do eleitor para com o mau comportamento da classe política, que vive numa redoma de ouro, distanciada do povo.
Não é obrigando o cidadão a votar que se adquire cultura política. É preciso que as instituições políticas brasileiras sejam reformuladas na sua essência ética e moral, que haja uma reforma política ampla com maior participação da sociedade organizada, para estreitar o abismo que separa o Parlamento do povo, e para que este tenha mais voz ativa nas decisões e nos comportamentos dos senhores parlamentares. E somente assim, dando maior seriedade à política brasileira, deixaremos de ser um povo sem memória política, sem amnésia eleitoral.
Julio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
Amnésia eleitoral<br />
A Constituição brasileira ao estabelecer a obrigatoriedade do voto cometeu conscientemente um grande paradoxo democrático, tramado pelos parlamentares constituintes para viabilizar as suas eleições. A essência dessa astúcia, guardadas as devidas proporções, está na latência do adágio popular que diz: &#8220;Quem parte ou reparte e não fica com a maior parte, ou é burro ou não entende da arte&#8221;.<br />
Pois bem, o parlamentar brasileiro conhece de sobra a arte da esperteza de fazer política em benefício próprio e não elaboraria, certamente, nenhuma norma que viesse dificultar os seus inconfessáveis interesses. Daí a razão pela qual o voto obrigatório é uma excrescente imoralidade constitucional, que interfere na espontaneidade de o eleitor votar.<br />
Ora, o voto espontâneo - não obrigatório -, além de ser seletivo, parte de uma decisão consciente e responsável do eleitor que deseja votar. O que significa dizer um voto qualificado, que não é manipulado pela boca de urna ou por qualquer outra forma especiosa usada pelos candidatos oportunistas. E, com certeza, nesse contingente de eleitor espontâneo não haveria amnésia eleitoral.<br />
Na última eleição para vereador, em Porto Alegre, e o mesmo deve ter ocorrido em outras cidades brasileiras, o Ibope registrou que 65% dos entrevistados não se lembravam em quem votaram há quatro anos. E isso se estende, sem dúvida, às eleições brasileiras em geral pelo descrédito do eleitor para com o mau comportamento da classe política, que vive numa redoma de ouro, distanciada do povo.<br />
Não é obrigando o cidadão a votar que se adquire cultura política. É preciso que as instituições políticas brasileiras sejam reformuladas na sua essência ética e moral, que haja uma reforma política ampla com maior participação da sociedade organizada, para estreitar o abismo que separa o Parlamento do povo, e para que este tenha mais voz ativa nas decisões e nos comportamentos dos senhores parlamentares. E somente assim, dando maior seriedade à política brasileira, deixaremos de ser um povo sem memória política, sem amnésia eleitoral.<br />
Julio César Cardoso<br />
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado<br />
Balneário Camboriú-SC<!-- google_ad_section_end --></p>
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	<item>
		<title>By: Julio César Cardoso</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-56117</link>
		<dc:creator>Julio César Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 03:55:42 +0000</pubDate>
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		<description>País sem memória
Há 18 anos, no dia 16 de março de 1990, um dia depois da posse do governo Fernando Collor de Mello, o Brasil foi sacudido com a decisão bombástica do Ministério da Economia, comandado pela ex-ministra Zélia Cardoso de Mello, de confiscar toda a poupança privada do País, provocando a seus investidores grande prejuízo. O objetivo era combater a inflação de 84% ao mês e estabilizar a economia.

Somente quem vivenciou aquele período e teve as suas economias bloqueadas em instituições financeiras por decisões desastrosas do fracassado Plano Collor sabe avaliar o que foi o desconforto de ver, repentinamente, as suas economias depositadas impedidas de serem movimentadas, com sensíveis prejuízos a seus credores, e inclusive com notícias de suicídio de pessoas doentes que se viram privadas de contar com os seus recursos bloqueados para atender às suas necessidades vitais. E tudo isso foi provocado por decisões equivocadas de uma senhora chamada Zélia Cardoso de Mello, que hoje mora no exterior e que é ainda paparicada a participar de eventos no País por desmioladas entidades.

Pois bem, essa senhora, como também o senhor Fernando Collor de Mello, há muito tempo deveriam ser considerados personas non grata pelos prejuízos dados ao País. 
Mas como o Brasil é o paraíso da bonomia com todos os tipos de personalidades mundanas e sofre de amnésia total às agressões sofridas, continua recebendo com cortesia aqueles que lhe deram prejuízos. O ex-presidente Collor, por exemplo, parece que nada de grave fez ao País e continua aprontando as suas estripulias. Nem bem foi eleito senador da República, já cedeu o seu lugar para outro oportunista político. Este é o País sem memória que continua a agasalhar indecorosas criaturas.
Julio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
País sem memória<br />
Há 18 anos, no dia 16 de março de 1990, um dia depois da posse do governo Fernando Collor de Mello, o Brasil foi sacudido com a decisão bombástica do Ministério da Economia, comandado pela ex-ministra Zélia Cardoso de Mello, de confiscar toda a poupança privada do País, provocando a seus investidores grande prejuízo. O objetivo era combater a inflação de 84% ao mês e estabilizar a economia.</p>
<p>Somente quem vivenciou aquele período e teve as suas economias bloqueadas em instituições financeiras por decisões desastrosas do fracassado Plano Collor sabe avaliar o que foi o desconforto de ver, repentinamente, as suas economias depositadas impedidas de serem movimentadas, com sensíveis prejuízos a seus credores, e inclusive com notícias de suicídio de pessoas doentes que se viram privadas de contar com os seus recursos bloqueados para atender às suas necessidades vitais. E tudo isso foi provocado por decisões equivocadas de uma senhora chamada Zélia Cardoso de Mello, que hoje mora no exterior e que é ainda paparicada a participar de eventos no País por desmioladas entidades.</p>
<p>Pois bem, essa senhora, como também o senhor Fernando Collor de Mello, há muito tempo deveriam ser considerados personas non grata pelos prejuízos dados ao País.<br />
Mas como o Brasil é o paraíso da bonomia com todos os tipos de personalidades mundanas e sofre de amnésia total às agressões sofridas, continua recebendo com cortesia aqueles que lhe deram prejuízos. O ex-presidente Collor, por exemplo, parece que nada de grave fez ao País e continua aprontando as suas estripulias. Nem bem foi eleito senador da República, já cedeu o seu lugar para outro oportunista político. Este é o País sem memória que continua a agasalhar indecorosas criaturas.<br />
Julio César Cardoso<br />
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado<br />
Balneário Camboriú-SC<!-- google_ad_section_end --></p>
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	<item>
		<title>By: Julio César Cardoso</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-44928</link>
		<dc:creator>Julio César Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 21:16:13 +0000</pubDate>
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		<description>Candidato ficha suja


Num País sério e de cultura política apurada, certamente todos os indecorosos, envolvidos em irregularidades e com processos na Justiça, teriam as suas candidaturas indeferidas a bem da moralidade.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ayres Britto, bem que tentou amenizar essa ignomínia, concordando com a divulgação de lista de candidatos com ficha suja, mas foi sufocado pela bulha daqueles que preferem ver o País na contramão da regularidade.

Como continuar a acreditar e votar em pessoas com ficha suja ou num Parlamento comprometido com os princípios morais, cuja fração significativa dos atuais congressistas, bem como de ex-parlamentares candidatos, não possui ficha ilibada para poder concorrer?

Enquanto não for realizada uma reforma política séria – com a participação substantiva da sociedade organizada, para, entre outras coisas, dar autonomia ao povo de poder cassar o mandato de políticos indecorosos, que não se comportam dentro da ética e da moralidade e deixam de cumprir os compromissos assumidos em palanque -, o povo deveria abster-se de votar nas próximas eleições até que o Congresso Nacional tomasse vergonha e votasse a reforma política.

Julio César Cardoso

Balneário Camboriú-SC</description>
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Candidato ficha suja</p>
<p>Num País sério e de cultura política apurada, certamente todos os indecorosos, envolvidos em irregularidades e com processos na Justiça, teriam as suas candidaturas indeferidas a bem da moralidade.</p>
<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ayres Britto, bem que tentou amenizar essa ignomínia, concordando com a divulgação de lista de candidatos com ficha suja, mas foi sufocado pela bulha daqueles que preferem ver o País na contramão da regularidade.</p>
<p>Como continuar a acreditar e votar em pessoas com ficha suja ou num Parlamento comprometido com os princípios morais, cuja fração significativa dos atuais congressistas, bem como de ex-parlamentares candidatos, não possui ficha ilibada para poder concorrer?</p>
<p>Enquanto não for realizada uma reforma política séria – com a participação substantiva da sociedade organizada, para, entre outras coisas, dar autonomia ao povo de poder cassar o mandato de políticos indecorosos, que não se comportam dentro da ética e da moralidade e deixam de cumprir os compromissos assumidos em palanque -, o povo deveria abster-se de votar nas próximas eleições até que o Congresso Nacional tomasse vergonha e votasse a reforma política.</p>
<p>Julio César Cardoso</p>
<p>Balneário Camboriú-SC<!-- google_ad_section_end --></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Neto</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-43845</link>
		<dc:creator>Neto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 21:33:04 +0000</pubDate>
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		<description>"Votar em bandido é ser bandido também"
Não poderia ser melhor.

Muitas dos candidatos só pensam em "seus próprios interesses", e é a tal "elite do mal" que endossa o cheque deles.
Cada um é responsavel pelo seu voto. 

Obrigado por sua participação :)</description>
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&#8220;Votar em bandido é ser bandido também&#8221;<br />
Não poderia ser melhor.</p>
<p>Muitas dos candidatos só pensam em &#8220;seus próprios interesses&#8221;, e é a tal &#8220;elite do mal&#8221; que endossa o cheque deles.<br />
Cada um é responsavel pelo seu voto. </p>
<p>Obrigado por sua participação <img src='http://cilenebonfim.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> <!-- google_ad_section_end --></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Tina</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-43793</link>
		<dc:creator>Tina</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 13:48:47 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Cilene!

Eu concordo com o Cejunior: a "malha fina" deveria começar pelos partidos.</description>
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Oi Cilene!</p>
<p>Eu concordo com o Cejunior: a &#8220;malha fina&#8221; deveria começar pelos partidos.<!-- google_ad_section_end --></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Cejunior</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-43756</link>
		<dc:creator>Cejunior</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 02:34:10 +0000</pubDate>
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		<description>Aliás, sou de opinião que o partido que increvesse candidato com ficha suja também deveria ser punido, caso comprovada má fé!</description>
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Aliás, sou de opinião que o partido que increvesse candidato com ficha suja também deveria ser punido, caso comprovada má fé!<!-- google_ad_section_end --></p>
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	<item>
		<title>By: Fábio Max</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-43719</link>
		<dc:creator>Fábio Max</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 14:51:40 +0000</pubDate>
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		<description>Uma vez eu tive a oportunidade de conversar com um deputado federal que ficou famoso ao presidir uma dessas CPI(s) que encontram fatos escabrosos, mas nunca punem ninguém.

Ele virou para as pessoas que estavam com ele e disse em alto e bom som: 

- Se vocês vissem a quantidade de pessoas RICAS que me ligam pedindo emprego para os filhos, ou facilidade nos concursos para eles ou, ainda, oferecendo negócios da china com comissão para meio mundo, chegariam à conclusão que o Brasil nunca sairá desse abismo político em que se encontra...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
Uma vez eu tive a oportunidade de conversar com um deputado federal que ficou famoso ao presidir uma dessas CPI(s) que encontram fatos escabrosos, mas nunca punem ninguém.</p>
<p>Ele virou para as pessoas que estavam com ele e disse em alto e bom som: </p>
<p>- Se vocês vissem a quantidade de pessoas RICAS que me ligam pedindo emprego para os filhos, ou facilidade nos concursos para eles ou, ainda, oferecendo negócios da china com comissão para meio mundo, chegariam à conclusão que o Brasil nunca sairá desse abismo político em que se encontra&#8230;<!-- google_ad_section_end --></p>
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	<item>
		<title>By: Saramar</title>
		<link>http://cilenebonfim.com/votar-em-politico-bandido-e-ser-bandido/comment-page-1/#comment-43711</link>
		<dc:creator>Saramar</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 13:21:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cilenebonfim.com/?p=4403#comment-43711</guid>
		<description>Cilene, vou escrever sobre isso e divulgar a campanha.
Precisamos nos livrar dos criminosos que buscam a eleição como forma de fugir à justiça e nossa única arma é o voto.

beijos, bom domingo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
Cilene, vou escrever sobre isso e divulgar a campanha.<br />
Precisamos nos livrar dos criminosos que buscam a eleição como forma de fugir à justiça e nossa única arma é o voto.</p>
<p>beijos, bom domingo.<!-- google_ad_section_end --></p>
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